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A
editoria de livros comentados traz de sua prateleira sobre Artes Dramáticas
o livro Teatro e Formação de Professores, de Arão Paranaguá de
Santana, comentado pela professora Drt Eneila Almeida dos Santos, que
assim como o Arão é uma pesquisadora do tema teatro e formação de professores.
Ainda falando em formação de professores, uma outra dica é o livro A
Formação do Professor e o Ensino das Artes Visuais Reflexões Sobre as
Novas Mídias de Fernando Hernandez e Marilda de Oliveira de Oliveira
que foi lançado em maio deste ano com artigos muito atuais e interessantes.
Numa outra prateleira de nossa estante, buscamos um livro chamado Pequeno
dicionário da arte do povo brasileiro - século XX`, e este livro,
de Leila Coelho Frota, tem que ser lido numa cadeira antiga, perto do
parapeito duma janela de 1920, pois traz para nós artista populares do
século XX, suas obras e imagens. Uma delicia! Trouxemos também, para não
dar as costas à modernidade, um livro que fala sobre musica eletrônica.
Musica Eletrônica, a textura da máquina, de Rodrigo Fonseca
e Rodrigues. Este livro tenta nos levar a compreender o processo poético
e a experiência auditiva contidos na musica eletrônica. Ah, e para também
não deixarmos de lado a pós-modernidade, trazemos o fantástico "Pós-Modernismo",
organizado por Ana Mae e J.Guinsburg, que apresenta uma síntese detalhada
e elucidativa sobre este movimento e, tendo como organizadora a nossa
Mestra Ana Mae e Guinsburg, bem, dispensa comentários. Um outro lançamento
é o livro Museu, Educação e Cultura: Encontros de Crianças e Professores
com a Arte de Luciana Ostetto Edgar e Maria Isabel Leite que trata
das relações entre museu, educação e cultura. Muito bom!!
Muito
boa leitura para vocês!
Gisele
e Martha
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Música
Eletrônica – A textura da máquina
Rodrigo Fonseca e Rodrigues
Editora Annablume, 2005.
152 páginas
Este
trabalho é pioneiro ao transpassar as delimitações entre as músicas
pop e erudita a fim de compreender a singularidade de processos
poéticos e da experiência auditiva presentes na musica eletrônica.
Primoroso em sua reconstituição histórica aborda desde as poéticas
musicais do Modernismo, passando pela musica acadêmica e chegando
à música pop-eletrônica dos DJ`s de estúdio.
O livro
traz uma visão equilibrada e renovada da fusão da musicalidade ocidental
com as novas tecnologias que servem para experimentações musicais
e estéticas desde o inicio do século XX.
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Pequeno
Dicionário Da Arte Do Povo Brasileiro Século XX
Lelia
Coelho Frota
Editora
Aeroplano, 2005.
O
“Pequeno Dicionário da Arte do Povo Brasileiro” resume e desenha,
pela primeira vez, um panorama abrangente da criação visual de fonte
popular no Brasil do século XX. Neste volume, Lelia Coelho Frota
reúne os principais artistas e invenções visuais do povo brasileiro
num século de grandes e profundas mudanças sociais. Uma obra de
referência obrigatória para pesquisadores, artistas, colecionadores.
Uma leitura fundamental para todos os que se interessam pela arte
e pela cultura brasileiras.
Este
pequeno dicionário elaborado pela poetisa e historiadora Lelia Coelho
Frota, traça, com pioneirismo, um inventario da criação de arte
visual do povo brasileiro no século XX. Esse século trouxe-nos imensas
mudanças sociais, que resultaram em criativas invenções dos principais
artistas do povo brasileiro, mostradas no livro que deve ser referencia
obrigatória para pesquisadores, artistas, colecionadores e educadores
interessados na arte e na cultura brasileiras. A edição é bilíngüe
e possui 150 verbetes sobre artistas até pouco tempo anônimos para
o grande publico, que agora mostram seu rosto, sua historia e suas
criações por meio do trabalho desta respeitosa estudiosa. Cada verbete
procura falar um pouco sobre o simbolismo do universo da fonte popular,
sempre vinculado às questões coletivas. A vida e a arte caminham
juntas e indicam como vive e se relaciona o nosso povo.
Vale
a pena descobrir este material acumulado por mais de quarenta anos,
que levou dois anos para ser compilado. A obra conta com um interessante
glossário de temas populares, desenvolvidos por meio de onze conceitos
selecionados pela autora: arquitetura; festas; religião; cordel;
carnaval; arte pública; cerâmica; ofícios e invenções do cotidiano;
carrancas; futebol e índios.
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A
Formação do Professor e o Ensino das Artes Visuais - Reflexões Sobre
as Novas Mídias
Fernando
Hernández e Marilda Oliveira de Oliveira
Editora
UFSM, 2005.
Este
livro conta com artigos de vários autores de representação no cenário
nacional e internacional. Profissionais que trabalham com Educação
e Arte e que se propuseram a discutir a formação do professor na
atualidade. São artigos ricos em experiências, que contemplam a
pluralidade e a diversidade de cada estado ou região onde atuam
como profissionais. A obra ficou assim constituída:
SUMÁRIO
Apresentação
- Marilda Oliveira de Oliveira & Fernando Hernández
Introdução
- Ana Mae Barbosa
1.
A construção da subjetividade docente como base para uma proposta
de formação inicial de professores de Artes Visuais.
Fernando Hernández
2.
A formação do professor de artes visuais em uma perspectiva internacional:
Implicações para o ensino de arte no Brasil.
Ivone Mendes Richter
3.
A formação do professor e o ensino das artes visuais: o estágio
curricular como campo de conhecimento.
Marilda Oliveira de Oliveira
4.
Formação para a sensibilização da aisthesis.
Maria Beatriz de Medeiros
5.
Tecendo o cenário: uma proposta de ensino/aprendizagem em artes
visuais, referenciada nas identidades culturais dos educandos.
Elisa Iop
6.
Perguntas que conversam sobre educação visual e currículo.
Irene Tourinho
7.
No quintal do parque o mundo da arte.
Laudete Vani Balestreri
9.
Estágio supervisionado: andarilhando no caminho das artes visuais.
Jociele Lampert
10.
Educar para uma compreensão crítica da arte.
Teresinha Sueli Franz
11.
Abordagens metodológicas no ensino da História da Arte.
Edir Lúcia Bisognin
12.
Educação e mídia - a sala de aula como espaço de significações.
Nageli Raguzzoni Teixeira
13.
A contemporaneidade da docência em artes visuais e as novas tecnologias.
Ayrton Dutra Corrêa e Simone Witt Matté
14.Despertando
sensibilidades na formação de professores de artes.
Ivana M. Nicola Lopes e Victor Hugo G. Rodrigues
(Livro
comentado por Teresinha Sueli Franz, na lista de discussão da FAEB
http://br.groups.yahoo.com/group/faeb/,
em abril de 2005 )
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Museu,
Educação e Cultura: Encontros de Crianças e Professores com a Arte
Luciana Ostetto
Edgar e Maria Isabel Leite
176
páginas
O
livro é uma coletânea de textos e pesquisa para que professores,
arte-educadores, museólogos, artistas e educadores, possam compreender
e dialogar sobre questões relativas às relações entre museu,
educação e cultura. A primeira parte do livro é dedicada a textos
e pesquisas com ênfase na conceituação dos museus e demais espaços
culturais como lócus privilegiados de acervo e preservação da memória
cultural e de produção de conhecimento. A segunda parte trata de
narrativas de experiências vividas em diferentes museus brasileiros.
(Comentário
encaminhado pela Profª. Drª. Ana Mae Barbosa)
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O
Pós-Modernismo
Organizado
por J. Guinsburg e Ana Mae Barbosa
Editora
Perspectiva, 2005.
711
páginas
Um
amplo painel do movimento que marcou - e marca - a produção artística
mundial desde os anos de 1980 com o esgotamento do movimento modernista,
a fragmentação das idéias e a perda da aura do objeto artístico.
Entre o advento da Modernidade e o movimento cultural, do século
XX, definido como Modernista, o mundo ocidental passa a defrontar-se
com transformações em que se acentuam tanto a fragmentação das idéias
e de suas objetivações materiais, quanto a perda da relação aurática
com os valores até então predominantes da estética, na sua materialização
como arte-mercadoria, arte-conceito ou arte-instalação. Em função
de tal desenvolvimento e de seus desdobramentos teóricos, o novo
ritmo faz-se sentir nas relações sociais, nos padrões de comportamento
e na mentalidade de seus sujeitos, influindo nas formas de pensar
e de projetar-se no seu imaginário e nas suas caracterizações expressivas.
O vasto leque de ensaios enfeixados no presente volume da coleção
Stylus é dos mais elucidativos e atuais, permitindo que o leitor,
especializado ou interessado, possa dispor de uma pauta, ao mesmo
tempo totalizadora e detalhada, sobre o Pós-modernismo. Sínteses
expositivas e discussões pontuais vão inteirando e integrando, na
diversidade de seus componentes, a topografia deste fenômeno e de
suas produções nas diferentes áreas de feitura, reflexão e análise
das origens e implicações seja nos domínios da filosofia, ciência,
psicologia, educação e política, seja nos da literatura, cinema,
arquitetura, música, dança, moda e artes plásticas, inclusive em
seus eventos de máxima visibilidade performática. Este livro pode
ser comprado pela metade do preço na sede da editora na Av Brigadeiro
Luís Antonio , 3025 apresentando comprovação de que se é professor/a.
Para estudantes o desconto é de 40% sobre o preço das livrarias
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Teatro
e Formação de Professores
O livro
é prefaciado por Ingrid Kodela, resultado de uma pesquisa de doutorado
do autor na ECA, que investigou o processo histórico da constituição
dos cursos de bacharelado e licenciatura de Artes Cênicas. Abordando
no primeiro capitulo, o teatro e a formação do educador, no segundo
capitulo ele foca a trajetória histórica das licenciaturas, sublinhando
os currículos e seus vários perfis nas IES. O terceiro capitulo
foca o teatro-educação e formação dos professores, desde a origem
na educação Brasileira, genes das escolas dramáticas. O quarto capítulo
trata da reestruturação dos cursos de Educação Artística, priorizando
o contexto da área de Teatro. O quinto capítulo trata-se da realidade
atual dos cursos superiores de arte do Brasil, detalhando o perfil
de 19 licenciaturas na área teatral e faz uma análise de seus currículos.
No
sexto capitulo discute-se as alternativas que as IES encontram para
criação de seus currículos e por fim no sétimo capitulo, o autor
sintetiza a discussão retomando aos temas principais do livro, afirmando
que aqui se inicia novas lutas, novas perspectivas para a formação
do “professor de amanhã (que) certamente será capaz de
saber, praticar, pesquisar, refletir e ensinar Teatro, atuando na
realidade cônscio de sua função social e da responsabilidade histórica
que tem em mãos: trabalhar para a construção da cidadania nos patamares
da arte e da educação”, finaliza Arão.
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SUGESTÕES
DE LEITURA Revista Art&

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